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1 de mar de 2018

Além da felicidade possível



"O indivíduo não realiza o sentido da sua vida se não conseguir colocar o seu "eu" a serviço de uma ordem espiritual e sobre-humana." Carl Gustav Jung

Sócrates dizia que uma vida não examinada não merecia ser vivida. Por mais que protelemos, ao ultrapassarmos mais da metade do tempo de existência, convém fazermos um balanço da vida que optamos por levar. Sim, a vida que optamos, pois, coautores, não devemos chamar de “destino” as consequências de nossas próprias escolhas.

Dito isso, de que valeria embrenhar-se pela sabedoria dos antigos se esse empenho não resplandecesse na vida? 

De que adiantaria vencer a inércia, a apatia, às vezes até a covardia, lutar contra os vícios, perseguindo, dia após dia, as vantagens de se cultivar as virtudes se, ao avaliar nossos passos, não nos sentíssemos satisfeitos com o resultado de nossas ações?



Neste mês de março, além de comemorar 21 anos de sobrevida (em 14/03/1997, numa tentativa de assalto, fui baleada nas costas), festejo também duas décadas de um afortunado matrimônio que rendeu dois preciosos frutos, hoje adolescentes. Estou, enfim, satisfeita com o que tenho me tornado.

Num exercício de imaginação, findada essa breve passagem, de volta ao pó, se me fosse dada a oportunidade de alertar sobre algo realmente significativo eu diria: temos prazo de validade!

A advertência acima faz jus ao negrito, pois – mortais – não dispomos de todo o tempo do mundo para realizar nossos sonhos, a saber, ser e fazer feliz.

Embora a felicidade seja em si objeto da filosofia, não há necessidade de insistirmos o quanto responder ao que é felicidade é pessoal e intransferível. No entanto, além das necessidades básicas que precisam estar asseguradas para uma existência digna, há angústias inerentes – “humano, demasiado humano”, às quais urge transcender.

A vida é árdua, difícil e sujeita às vicissitudes, tem seus imprevistos e, por mais coerentes e dotados de bom senso que possamos ser, é a heraclitiana impermanência, a instabilidade que dá o tom.

Sem dúvida, prover nosso sustento e os daqueles que gerarmos e estão sob nossa responsabilidade já nos ocupa e responde por grande parte de nossas preocupações. Mas, eis que não é somente a esse tipo de incumbência que nos atemos e, um dia, nos flagramos pensando no que mais daria sentido à nossa vida: “A única forma de medir o significado da nossa vida é valorizando a vida dos outros”, afirmou o psicanalista francês Jacques Lacan.

E, em sua obra “A Teoria dos Sentimentos Morais”, Adam Smith afirma que: "Independente de quão egoísta possa ser o homem, há evidentemente um princípio natural que o faz interessar-se pela sorte dos outros e considerar sua felicidade necessária para si, mesmo que nada obtenha dela além do prazer de vê-la".

Se, quando jovens, nossos objetivos estão prévia e relativamente delineados, à medida em que o tempo passa e vamos envelhecendo, nossos anseios já não são assim, tão óbvios, tão claros.

Tendo cumprido, realizado satisfatoriamente boa parte dos nossos propósitos, insinua-se um sorrateiro gotejar de angústia que, à revelia, instala um aplicativo que suscita uma inefável falta de entusiasmo, um discreto sentimento de vazio e, junto ao marasmo, vem certa apatia e carência de sentido.

Contando com cinquenta e dois anos, vinte de casamento, doze de Carta Forense, há seis meses vivencio uma experiência filantrópica nobilitante que alçou minha existência a um patamar mais elevado de satisfação e de felicidade.

Para além do núcleo familiar e de amigos próximos, há toda uma sociedade da qual participamos. Findada nossa principal missão, a saber, a de nos formarmos, aprimorarmos nossa técnica, cultivarmos boas relações afetivas, gerarmos e criarmos filhos, o mundo clama por uma ação efetiva de nossa parte.

A solidariedade, a filantropia oferece uma saída a todos aqueles que sentem que já terminaram uma etapa, mas que isso não preenche tudo, não é tudo. Ralph Waldo Emerson está correto quando diz que: "Uma das mais belas compensações da vida é que nenhum ser humano pode ajudar o outro sem que esteja ajudando a si mesmo.".

Asilos, creches, prisões e hospitais são exemplos de lugares que descortinam realidades onde a carência que as permeiam, preenchem os anseios de nosso espírito.

Encontramos ainda mais sentido para nossa vida à medida em que contribuímos para a melhoria do bem-estar dos desfavorecidos, dos desassistidos.

De "ta onta" a "ta pragmata", tive a sorte de conhecer, através do Facebook (viva a Era de Aquário!), uma família carente de Guaianases que conferiu ainda mais sentido à minha existência e tem sido razão de grande felicidade. 


Trata-se de um rapazinho portador de necessidades especiais, Jamesson, cujo trabalho encontra-se disponível aqui mesmo, em nosso blog, sob o título “Como ajudar a nós mesmos” (confira AQUI).

Penso que a afirmação, do senso comum, de que "a caridade deve ser anônima, do contrário é vaidade" encerra um perverso estigma que eclipsa a propagação da bondade, do Bem, da LUZ. Portanto, ajude, ampare, propague, compartilhe, contagie. Até porque a “compaixão é [mesmo] a parte mais bela da sabedoria”.


Obs.: Eis os dados bancários da mãe do Jamesson, d. IVANILDA MEDEIROS - Banco Itaú - 
Ag. 7471 - c/c. 06.353-2 CPF 298.272.644/00

E, se você realizar ou tiver realizado alguma ação de cunho filantrópico que queira relatar, sinta-se à vontade para compartilhar conosco na área de comentários abaixo. Muitíssimo grata!


1 de fev de 2018

O mito da parelha de corcéis em Platão (Fedro)

“(...) não é a alma uma dessas realidades aparentadas com as Ideias [...] que servem de traço de união entre o sensível e o inteligível? ”

Após nos sentirmos dilacerados com o desolador artigo na edição do mês passado (O que é o niilismo? AQUI), voemos às esferas supra celestes e vislumbremos a fonte da verdade sobre nossa alma imortal.

No diálogo intitulado Fedro, Platão (427 a.C – 347 a.C.) apresenta a hipótese da imortalidade da alma, discorre sobre sua natureza (confira a triplicidade da alma em Platão AQUI) e, embora afirme que, para dizer o que ela é, seria preciso uma ciência, uma arte absolutamente divina, narra um mito (analogia simbólica) apresentando uma imagem ao que a alma se assemelha.

Imaginemos a alma, diz ele, com um poder no qual se reúnem naturalmente uma parelha de cavalos alados e um cocheiro. Mas eis que, enquanto os cavalos e os cocheiros dos deuses são todos bons e de boa raça, para o homem as suas qualidades não são puras.

O cocheiro (parte da alma logística, lógos, discernimento, inteligibilidade) é quem comanda e conduz os dois cavalos atrelados.

Um dos cavalos é excelente e de excelente raça (parte da alma timocrática corajosa, que anseia por honras e glórias).

O outro cavalo é exatamente o contrário, em si mesmo e pela sua origem (parte da alma epitimética, animalesca, que anseia por satisfazer os desejos concupiscentes).

Eis porque a condução da nossa alma, digo, da parelha de corcéis ser uma tarefa árdua, difícil e muitas vezes ingrata.

Há almas em que as parelhas avançam com grandes dificuldades: um cavalo puxa para baixo, fazendo inclinar o carro para terra, fazendo sucumbir o cocheiro que não o soube adestrar.

Quando a alma é perfeita e tem asas, eleva-se nas alturas e governa o mundo inteiro. Mas quando perde ou danifica suas asas, é arrastada até alcançar algo de sólido; aí estabelece a sua morada, tomando um corpo terrestre que parece mover-se com movimento próprio graças à força que pertence à alma.

As que seguem melhor os deuses e se lhes assemelham erguem a cabeça do seu cocheiro para o espaço que está fora do céu, o movimento circular transporta-as.

As almas a que chamamos imortais, quando atingem o cume saem, erguem-se no dorso da abóbada celeste, e aí, de pé, deixando-se levar pela revolução circular, contemplam as realidades inteligíveis que estão num espaço fora do céu

“A essência que não tem cor nem forma, e que não podemos tocar, a essência que realmente é, a única que é capaz de ver o piloto [cocheiro] da almaa inteligência, enfim, aquela que é objeto do verdadeiro saber, ocupa este lugar [a região supra celeste, o espaço fora do céu]”.

Platão prossegue esclarecendo que a partir dessa altura, o pensamento divino (belo, sábio, bom e justo), que se alimenta da inteligência e do saber puro, experimenta alegria ao avistar finalmente O SER EM SI e, nesta contemplação da verdade, encontra o seu alimento e a sua delícia.

Quando volta, tendo contemplado a Justiça em si, a Sabedoria em si e a Ciência que não está sujeita ao devir, adquire discernimento para conduzir aparelha de corcéis.

A razão deste grande esforço das almas para alcançar a Planície da Verdade é que a pastagem que convém à melhor parte da alma [o cocheiro] provém da pradaria que aí se encontra. A asa, à qual a alma deve a sua leveza, deve tomar aí o seu alimento.

A asa recebeu da natureza o poder de levar para o alto o que pesa, pois participa do divino.

O divino é belo, sábio, bom e justo, alimenta e desenvolve as asas da alma. A deformidade, a ignorância, o mal e a injustiça causam ruína e destruição das asas da alma dos mortais.

Algumas almas, não divinas, tão depressa se erguem como se baixam, não dominam bem os seus cavalos, apercebem-se de certas realidades imutáveis, mas outras lhes escapam.

Quando embaraçadas pelos seus cavalos, tem grande dificuldade em dirigir os olhos para os objetos reais [ideais, imutáveis, o Ser em si e por si, o Absoluto em sua pureza].

Outras almas, aspiram elevar-se, mas a sua fraqueza as faz soçobrar no turbilhão que as arrasta: atropelam-se umas às outras, empurram-se, tentando cada uma ultrapassar as demais.


Desordem, agitação, tumulto, confusão, rivalidade, esforços violentos e vãos atingem o auge, e então, por erro dos cocheiros, muitas almas ficam estropiadas, com as suas asas danificadas; apesar dos seus esforços, se afastam sem ter atingido a contemplação do Ser, e a partir daí tem a “opinião” (dóxa) por alimento.


Isso porque, esclarece, se todas as almas estão ávidas por seguir e aspiram elevar-se, muitas acabam reféns dos caprichos de seu cavalo indócil. 

Com todo desassossego, asas se estragam, as parelhas tornam-se mais pesadas e caem. A alma ganha corpo e, ao encarnar, esquece aquilo a que teve acesso lá em cima.

Fica assim explicada a desigualdade dos destinos humanos: “que diferença, com efeito, entre aquele que noutro tempo avistou a Verdade e que será por toda a vida amante da sabedoria ou da beleza, e aquele que então só pôde contentar-se com a opinião e que, cá embaixo, estará condenado a amar apenas mentiras e poderes falaciosos...”.

A visão pré-empírica das coisas que São (eternas, imutáveis, ideais) enraíza a alma, dota-a de convicção.

Essa realidade (da imortalidade da alma) é em si mesma indemonstrável, mas perseguir o saber, ainda que seja um saber imperfeito, recordar o imutável, ainda que sob a forma de uma reminiscência tênue, vale a pena, pois nos leva a ascender às mais altas esferas celestes e a vislumbrar aquilo que por “métexis” (participação) comungamos com os deuses imortais.


Dedicado à alma imortal da genitora do meu Amor, Antonia Loureiro Lamy que, do céu, olha por nós. Obrigada por tudo, vó Mause.


Decreto de Adrástea*

(Epíteto de Nêmesis, significa o Inevitável, simboliza a Justiça distributiva)

Ordem das “encarnações” – por Platão, no Fedro

É o seguinte o decreto de Adrástea. Todas as almas que, no cortejo de um deus, tenham de algum modo contemplado as verdadeiras realidades ficam isentas de provações até a revolução seguinte, e se forem capazes de o fazer sempre, ficam para sempre isentas de danos.

Mas quando alguma incapaz de seguir corretamente, não viu, e que por algum infortúnio, plena de esquecimento e de perversão, se tornou mais pesada e sob o efeito deste peso perdeu as suas asas e se abateu sobre a terra, então uma lei dita que na primeira geração ela não pode implantar-se em nenhuma espécie animal, mas que a alma que teve a visão mais vasta se introduza na origem de um homem destinado a tornar-se amigo do saber, ou amigo do belo, ou inspirado pelas Musas e pelo amor

A alma que estiver na segunda posição estará na origem de um rei que obedece à lei, OU que é dotado para a guerra e para o comando

A terceira irá para o político, ou um intendente, ou um financeiro

A quarta, para um homem que gosta do esforço físico, um ginasta, ou um homem destinado a cuidar do corpo

A quinta terá uma existência de adivinho ou de iniciado

À sexta corresponderá o homem que faz da poesia profissão, ou qualquer outro daqueles que praticam a imitação

À sétima corresponderá o artesão ou o cultivador

À oitava o profissional da sofística ou da arte de lisonjear o povo

À nona o homem tirânico.

Em todas as encarnações, o homem que levou uma vida justa recebe uma melhor sorte, e uma sorte menos boa no caso contrário.

Com efeito, cada alma só volta ao sítio [lugar] de onde partiu ao fim de dez mil anos: se não pertencer a um homem que tenha sido amigo leal do saber, ou tenha amado ternamente os jovens com um amor filosófico, não receberá asas antes de todo esse tempo passar.

Na terceira revolução milenária, as almas deste tipo, se escolheram três vezes seguidas este gênero de vida, retomam as asas e, no terceiro milênio, afastam-se deste mundo.

Quanto às outras, depois de terminadas a sua primeira vida, serão julgadas. Depois de julgadas, umas dirigir-se-ão para as prisões subterrâneas para aí expiarem a sua dor, as outras vão para qualquer parte do céu, absolvidas por decisão de justiça, e vivem como mereceram pela sua existência sob forma humana.

No milésimo ano, umas e outras vêm tirar à sorte e escolher uma segunda existência: cada uma escolhe à sua vontade. Então a alma de um homem passa para uma existência animal, e aquele que foi homem uma vez deixa a existência animal e regressa à condição humana.

Traduzido a partir de Platão por Paul Vicaire – Les Belles Lettres, Paris, 1985.


(*) Os decretos de Adrástea: relativos à hierarquia dos modos de existência.
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Eis que a Sabedoria reina, mas não governa, por isso, quem pensa (no todo) precisa voltar para a caverna, alertar aos amigos. Nós vamos achar que estais louco, mas sabes que cegos estamos nós, prisioneiros acorrentados à escuridão da caverna.

Abordo "O mito da caverna", de Platão - Livro VII da República.

Eis o télos (do grego: propósito, objetivo) da Filosofia e do filósofo. Agir na cidade. Ação política. Phrônesis na Pólis.

Curso de Mitologia Grega

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As exposições mitológicas explicitam arquétipos (do grego, arché + typein = princípio que serve de modelo) atemporais e universais.

Desse modo, ao antropomorficizarem os deuses, ou seja, dar-lhes características genuinamente humanas, os antigos revelaram os princípios (arché) de sentimentos e conflitos que são inerentes a todo e qualquer mortal.

A necessidade da ordem (kósmos), da harmonia, da temperança (sophrosyne) em contraponto ao caos, à desmedida (hýbris) ou, numa linguagem nietzschiana, o apolíneo versus o dionisíaco, constitui a base de toda antiga pedagogia (Paidéia) tão cara à aristocracia grega (arístois, os melhores, os bem-nascidos posto que "educados").

Com os exponenciais poetas (aedos) Homero (Ilíada e Odisséia), Hesíodo (A Teogonia e O trabalho e os dias), além dos pioneiros tragediógrafos Sófocles e Ésquilo, dispomos de relatos que versam sobre a justiça, o amor, o trabalho, a vaidade, o ódio e a vingança, por exemplo.

O simples fato de conhecermos e atentarmos para as potências (dýnamis) envolvidas na fomentação desses sentimentos, torna-nos mais aptos a deliberar e poder tomar a decisão mais sensata (virtude da prudencia aristotélica) a fim de conduzir nossas vidas, tanto em nossos relacionamentos pessoais como indivíduos, quanto profissionais e sociais, coletivos.

AGIMOS COM MUITO MAIS PRUDÊNCIA E SABEDORIA.

E era justamente isso que os sábios buscavam ensinar, a harmonia para que os seres humanos pudessem se orientar em suas escolhas no mundo, visando atingir a ordem presente nos ideais platônicos de Beleza, Bondade e Justiça.

Estou certa de que a disseminação de conhecimentos tão construtivos contribuirá para a felicidade (eudaimonia) dos amigos, leitores e ouvintes.

Não há dúvida quanto a responsabilidade do Estado, das empresas, de seus dirigentes, bem como da mídia e de cada um de nós, no papel educativo de nosso semelhante.

Ao investir em educação, aprimoramos nossa cultura, contribuimos significativamente para que nossa sociedade se torne mais justa, bondosa e bela. Numa palavra: MAIS HUMANA.

Bem-vindos ao Olimpo amigos!

Escolha: Senhor ou Escravo das Vontades.

A Justiça na Grécia Antiga

A Justiça na Grécia Antiga

Transição do matriarcado para o patriarcado

A Justiça nos primórdios do pensamento ocidental - Grécia Antiga (Arcaica, Clássica e Helenística).

Nessa imagem de Bouguereau, Orestes (Membro da amaldiçoada Família dos Atridas: Tântalo, Pélops, Agamêmnon, Menelau, Clitemnestra, Ifigênia, Helena etc) é perseguido pelas Erínias: Vingança que nasce do sangue dos órgãos genitais de Ouranós (Céu) ceifado por Chronos (o Tempo) a pedido de Gaia (a Terra).

O crime de matricídio será julgado no Areópago de Ares, presidido pela deusa da Sabedoria e Justiça, Palas Athena. Saiba mais sobre o famoso "voto de Minerva": Transição do Matriarcado para o Patriarcado. Acesse clicando AQUI.

Versa sobre as origens de Thêmis (A Justiça Divina), Diké (A Justiça dos Homens), Zeus (Ordenador do Cosmos), Métis (Deusa da presciência), Palas Athena (Deusa da Sabedoria e Justiça), Niké (Vitória), Erínias (Vingança), Éris (Discórdia) e outras divindades ligadas a JUSTIÇA.

A ARETÉ (excelência) do Homem

se completa como Zoologikon e Zoopolitikon: desenvolver pensamento e capacidade de viver em conjunto. (Aristóteles)

Busque sempre a excelência!

Busque sempre a excelência!

TER, vale + que o SER, humano?

As coisas não possuem valor em si; somos nós que, através do nôus, valoramos.

Nôus: poder de intelecção que está na Alma, segundo Platão, após a diânóia, é a instância que se instaura da deliberação e, conforme valores, escolhe. É o reduto da liberdade humana onde um outro "logistikón" se manifesta. O Amor, Eros, esse "daimon mediatore", entre o Divino (Imortal) e o Humano (Mortal) pode e faz a diferença.

Ser "sem nôus", ser "sem amor" (bom daimon) é ser "sem noção".

A Sábia Mestre: Rachel Gazolla

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O Sábio Mestre: Antonio Medina Rodrigues (1940-2013)

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